sábado, 31 de maio de 2008

Nós apoiamos a Oposição Alternativa!

“É preciso acabar com a burocracia sindical, devolver o controle da luta aos trabalhadores da base. Não basta mudar a direção, é preciso mudar as estruturas sindicais. Por isso eu dou todo meu apoio aos professores da Oposição Alternativa!”
João Alberto da Costa Pinto - Doutor em História (UFF) e docente no Departamento de História da Universidade Federal de Goiás (UFG)



"O problema atual dos trabalhadores não é a ausência das lutas, mas as dificuldades em unificá-las. Movimento como este, que se organiza de forma autônoma, consegue agregar setores diferentes e superar a fragmentação da classe, então se torna um exemplo para todos nós. Toda força aos companheiros!"
Daniel Caribé – Militante pela Universidade Popular (Salvador-Bahia)



"Aumenta no mundo o número de seres humanos que vivem no inferno da indigência. O trabalho, no modo de produzir, viver e destruir capitalista, é precário em si mesmo. Se todos os trabalhadores, empregados ou desempregados, não lutarem unidos por uma sociedade não capitalista não haverá solução. Estamos no mesmo barco! Todo apoio à Oposição Alternativa, que luta por este propósito!”
Felipe Luiz Gomes e Silva - Doutor em Sociologia na Universidade Estadual Paulista; Professor do Departamento de Administração da UNESP, campus de Araraquara - SP



"Estamos cansados desta exploração que nos submete, o monstro que nos molda, que nos transforma em inimigos anônimos. A indiferença nos lança numa jaula comum, mas a vida tem sentido aqui, porque devemos resistir a ele. É preciso cantar, é preciso conquistar a consciência do todo, é preciso amar, porque fragmentados continuaremos inimigos anônimos. Que a Alternativa se torne Oposição e que a Oposição seja a nossa Alternativa.”
Atanásio Mykonios – professor e coordenador da faculdade de filosofia da Faculdade Dehoniana de Taubaté e fundador do Coletivo Crítica Social



"Dou todo o meu apoio à OPOSIÇÃO ALTERNATIVA, porque estes professores tem se mostrado sensíveis às questões de sala de aula, apresentam uma boa ação cultural no sindicato, crêem que os problemas do magistério vão além destes incentivos financeiros que o governo pensa fazê-los melhorar e, principalmente, não estão atrelados a partidos políticos de qualquer natureza, justamente para garantir sua liberdade de ação.”
Profª. Drª. Ivone Marques Dias, aposentada da rede pública, da UFRJ e das Universidades de Mogi das Cruzes.



"A luta de vocês me lembra de perto da agitação sindical que eu presenciei quando comecei a vir ao Brasil em 1984. Só que agora a CUT tomou o lugar dos velhos sindicatos pelegos e as oposições sindicais são anticutistas em vez de serem cutistas. Mas, de resto, parece o mesmo, inclusivamente com esse aspecto da solidariedade prática entre oposições. É claro que só assim se ultrapassa os limites do corporativismo. Ou temos um sindicalismo hierarquizado, que não pode deixar de ser corporativo, ou temos um sindicalismo construído a partir da base, onde os egoísmos profissionais podem ser ultrapassados. A Oposição está cem por cento certa na orientação que pretende imprimir ao sindicato. Não é com palavras bombásticas que as coisas se reforçam, mas com a lenta acção da velha toupeira - um trabalho lento e difícil, quero dizer, pouco midiático, de organização nos locais de trabalho. Enquanto houver passividade da base haverá hierarquias e burocratização nos movimentos. Por isto dou meu apoio à Oposição, porque representa a luta das bases tentando recuperar o controle sobre suas próprias lutas, que lhes foi tomado pelos gestores sindicais.”
João Bernardo - Escritor e professor português, autor de inúmeros livros, participante atuante da Revolução dos Cravos (1974-76) onde editava o Jornal O Combate, e atualmente membro do Jornal português Mudar de Vida, é um dos grandes teóricos do marxismo português

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